
Duvida que do céu a abóbada azulada
Tenha esferas de luz de um mágico
esplendor,
Duvida que seja o sol o facho da
alvorada,
Duvida da verdade em tua alma
gravada,
Mas não duvides nunca, oh! nunca,
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d'este amor.
Amor quando é amor não definha
E até o final das eras há de aumentar.
Mas se o que eu digo for erro
E o meu engano for provado
Então eu nunca terei escrito
Ou nunca ninguém terá amado.
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