sábado, 11 de dezembro de 2010


Morro dos ventos Uivantes

Não! definitivamente, eu não poderia de postar no blog, sobre esse livro Maravilhoso.

Uma obra de Emily Brontë
O Morro dos Ventos Uivantes, é Uma das mais sombrias histórias jamais escrita. Um relato de amor que transcende os amantes, que os exalta e aniquila. Essa paixão e as circunstâncias que a cercaram foram expressas por uma jovem e tímida provinciana, Emily Brontë, que viveu numa região quase inóspita da Inglaterra na primeira metade de século XIX. O livro foi escrito as vésperas da sua precoce morte, sem saber (talvez) que legava à literatura universal um dos mais belos romances de todos os tempos. O livro conta a história de duas famílias: Os Earnshaw e os Linton. Os Earnshaw tinham um filho, Hindley e uma filha Catherine. Os Linton igualmente tinham um filho, Edgar, e uma filha Isabella. A família Earnshaw ao fazer uma viagem resolveram adotar um pequeno intruso órfão cigano - Heathcliff. Toda afeição que o pai logo demonstrou pelo intruso enciumaram Hindley e Catherine. Hindley passa a odiar Heathcliff...

E a continuação..

quarta-feira, 10 de novembro de 2010


. DEPOIMENTO VIOLET JESSOP
(...) observei o Titanic dar um balanço brusco para frente. Uma das suas enormes chaminés tombou como se fora uma molde de papelão, caindo no mar com um rugido horrível. Ouvimos alguns gritos distantes, depois o silêncio, à medida que o navio parecia se recompor como acontece a um animal que tem a sua espinha quebrada. Ele se manteve firme por alguns minutos, mas um convés de escotilhas iluminadas desapareceu. Aí, ele iniciou pela proa sua decida para as profundezas do oceano, seguida de um ronco de trovão, e de várias explosões abaixo da superfície da água; nosso imponente navio, nosso formoso Titanic partia para o seu trágico fim (...).
O depoimento acima foi feito por Violet Jessop (foi colocado um post dela no dia 28/08/05). Violet foi comissária de bordo do RMS TITANIC e Enfermeira Voluntária no HMHS BRITANNIC.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010


Adoramos a perfeição, porque não a podemos ter; repugna-la-íamos, se a tivéssemos. O perfeito é desumano, porque o humano é imperfeito.

(Fernando Pessoa)

"... Procure os seus caminhos,
mas não magoe ninguém nessa procura.
Arrependa-se, volte atrás, peça perdão!
Não se acostume com o que não o faz feliz,
revolte-se quando julgar necessário.
Alague seu coração de esperanças,
mas não deixe que ele se afogue nelas.
Se achar que precisa voltar, volte!
Se perceber que precisa seguir, siga!
Se estiver tudo errado, comece novamente.
Se estiver tudo certo, continue.
Se sentir saudades, mate-a.
Se perder um amor, não se perca!
Se o achar, segure-o!"

(Fernando Pessoa)



"...A vida é curta, mas as emoções que podemos deixar
duram uma eternidade..."

Clarice Lispector

sábado, 23 de outubro de 2010

INSÂNIA

No mundo vago das idealidades
Afundei minha louca fantasia;
Cedo atraiu-me a auréola fulgidia
Da refulgência antiga das idades.

Mas ao esplendor das velhas majestades
Vacila a mente e o seu ardor esfria;
Busquei então na nebulosa fria
Das ilusões, sonhar novas idades.

Que desespero insano me apavora!
Aqui, chora um ocaso sepultado;
Ali, pompeia a luz da branca aurora

E eu tremo e hesito entre um mistério escuro
- Quero partir em busca do Passado
- Quero correr em busca do Futuro.


Augusto dos Anjos.

Estátua do faraó Amenhotep, avô de Tutancâmon, é achada no sul do Egito

Uma equipe de arqueólogos egípcios descobriu uma estátua do faraó Amenhotep III (1410-1372 a. C.) na cidade monumental de Luxor, a 600 quilômetros ao sul do Cairo, informou neste sábado (20o ministro de Cultura egípcio, Farouk Hosny.

Em comunicado divulgado pelo Conselho Supremo de Antiguidades, o ministro detalhou que a parte posterior de uma estátua dupla desse rei, esculpida em rocha, foi desenterrada próximo de seu templo, no setor oeste do rio Nilo.

A representação de Amenhotep sentado sobre um trono ao lado do deus Amon, a principal divindade de Tebas, a capital do Egito no Médio Império (1975-1640 a.C.) e no Novo Império (1539-1075 a.C.), fica onde é hoje a cidade de Luxor.

A parte da estárua já desenterrada mede 1 metro 30 centímetros de altura e 95 centímetros de largura, leva na cabeça uma coroa dupla que representava o norte e o sul do Egito e uma peruca.

O secretário-geral do CSA, Zahi Hawass, destacou na nota que a peça arqueológica "é uma das mais maravilhosas estátuas da realeza faraônica encontradas ultimamente pela precisão que mostra a escultura e os detalhes do rosto do Amenhotep III".

Nesse contexto, Hawass disse que a descoberta dessa terceira estátua do rei nessa região aponta para a possibilidade de que existam ali mais estátuas do faraó.

O comunicado adianta que as escavações prosseguem no local para desenterrar as outras partes da estátua, que calculam possa ter 3 metros de altura.

Amenhotep III, que foi um dos mais importantes reis da dinastia XVIII, foi pai e avô dos faraós Akhenaton e Tutancâmon, respectivamente.